FORD CORCEL II
1.6 LUXO 8V GASOLINA 2P MANUAL - 1976/1976
FORD - CORCEL II - 1976/1976 - Bege - Sob Consulta
FORD - CORCEL II - 1976/1976 - Bege - Sob Consulta
FORD - CORCEL II - 1976/1976 - Bege - Sob Consulta
FORD - CORCEL II - 1976/1976 - Bege - Sob Consulta
FORD - CORCEL II - 1976/1976 - Bege - Sob Consulta
FORD - CORCEL II - 1976/1976 - Bege - Sob Consulta
FORD - CORCEL II - 1976/1976 - Bege - Sob Consulta
FORD - CORCEL II - 1976/1976 - Bege - Sob Consulta
FORD - CORCEL II - 1976/1976 - Bege - Sob Consulta
FORD - CORCEL II - 1976/1976 - Bege - Sob Consulta
FORD - CORCEL II - 1976/1976 - Bege - Sob ConsultaFORD - CORCEL II - 1976/1976 - Bege - Sob ConsultaFORD - CORCEL II - 1976/1976 - Bege - Sob ConsultaFORD - CORCEL II - 1976/1976 - Bege - Sob ConsultaFORD - CORCEL II - 1976/1976 - Bege - Sob ConsultaFORD - CORCEL II - 1976/1976 - Bege - Sob ConsultaFORD - CORCEL II - 1976/1976 - Bege - Sob ConsultaFORD - CORCEL II - 1976/1976 - Bege - Sob ConsultaFORD - CORCEL II - 1976/1976 - Bege - Sob ConsultaFORD - CORCEL II - 1976/1976 - Bege - Sob Consulta
Ícono titulosDados do veículo
Placa: Não informado
Cor: Bege
Comb: Gasolina
Câmbio: Manual
Portas: 2
KM:
Ícono titulosOpcionais do veículo
Sob Consulta
Ícono titulosDescrição do veículo

Ford Corcel Luxo 1975/1976 . Veículo em bom estado de conservação batendo todas as características com a plaqueta do veículo.Motor dianteiro, longitudinal, 4 cilindros em linha, 2 válvulas por cilindro, gasolina, 1,4 litro (1372cm³) com potência bruta de 76 CV (75HP) a 5400rpm e torque de 11,6 KGFM a 3600 rpm.Fazia de 0 a 100 km/h em 17 segundos e atingia em torno de 145 km/h de velocidade máxima.Em dezembro de 1968, no VI Salão do Automóvel, já realizado no palácio de exposições do Anhembi, em São Paulo, foi apresentado o Ford Corcel com carroceria três-volumes de quatro portas. Junto dele também faziam sua estreia o Volkswagen 1600 quatro portas, seu concorrente direto, que posteriormente seria apelidado de "Zé do caixão" devido às formas quadradas e a sua morte prematura, e o Chevrolet Opala, maior que estes e posicionado em outro segmento.O bom desempenho nas vendas, esperado do pequeno Ford, confirmou-se. No primeiro mês de produção foram vendidos 4.500, e perto de 50 mil já em 1969. O Corcel trazia inovações tecnológicas inéditas no Brasil, como circuito selado de refrigeração e coluna de direção bipartida. A estrutura era monobloco e a tração, dianteira, como nos DKW-Vemag, mas com um sistema bem mais moderno.O curso da suspensão, mais longo que o do R12, era adequado a nosso solo. Tinha suspensão e freios que traziam segurança e estabilidade, mais apreciadas que em seus concorrentes. As rodas de aro 13 polegadas tinham apenas três elementos de fixação, uma herança Renault. O motor de quatro cilindros, longitudinal, com cinco mancais de apoio do virabrequim, tinha 1,3 litro de cilindrada e 68 cavalos brutos de potência.O espaço interno era muito bom para os padrões da época, a posição de dirigir e a visibilidade ótimas. Mas a alavanca de mudança "espetada" no assoalho dianteiro costumava ser criticada. Já o porta-malas dispunha de bom espaço para bagagens. O capô do motor adotava abertura de trás para frente, revelando preocupação com a segurança (em caso de destravamento acidental, tenderia a se manter fechado pelo ar que passava pelo veículo em movimento). Só que as manutenções tinham de ser feitas pelos lados.Em 1971, o Corcel voltou a ser o maior sucesso de vendas da Ford brasileira. Alias, sempre o foi até o final de sua produção.Nosso Corcel fez sucesso em todas as classes sociais. Seja como principal carro da família (a Belina), segundo carro (cupê), táxi (quatro portas) e carro dos jovens adolescentes esportistas, a versão GT. O cupê era realmente simpático. O entre eixos não havia sido alterado, mas a coluna traseira tinha ligeira inclinação, descendo suavemente até a tampa do porta-malas. Os vidros laterais traseiros baixavam. Foi o primeiro cupê brasileiro derivado de um sedã quatro portas. A incompreensível preferência nacional pelos duas portas ganhava força com ele.Em 1973 toda a linha ganhava nova grade, com logotipo Ford no emblema redondo ao centro, outro desenho do capô, para-lamas e lanternas traseiras. As versões cupê, sedã e Belina passavam a ser equipadas com o motor do GT XP, de 1,4 litro. O "esportivo" trazia duas faixas pretas paralelas no capô e nas laterais e faróis auxiliares de formato retangular na grade, esta também de desenho diferente. Dois anos depois, a linha recebia modificações na carroceria (frente e a traseira redesenhadas), remodelando-se também o interior.Também em 1975, para se juntar às versões básica e luxo, era lançada a LDO, sigla em inglês para Decoração Luxuosa Opcional, como existia nos carros da Ford nos Estados Unidos. Por dentro era mais requintada, com forrações e bancos nas cores marrom e bege. Por fora notava-se o teto de vinil, grade cromada e rodas tipo esporte, antes usadas no GT, só que agora na cor prateada.

Ícono titulosAtendimento

Segunda a Sexta das 8:30 às 19:00 / Sábados das 8:30 ao 17:00

Ícono titulosCompartilhe
Ícono titulosFaça sua proposta
Se está vendo esse campo não preencha

Receba nossas ofertas e novidades em seu e-mail

Cadastrar

Se desejar, preencha os campos abaixo (campos não obrigatórios) ou clique em ENVIAR